LLM, chatbot e agente: não, não são a mesma coisa
LLM é o modelo, chatbot é a interface de conversa construída em cima dele e agente é outra coisa: um sistema com ciclo de decisão, ferramentas e autonomia delimitada.
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Tecnologia, código, experimentos e algumas opiniões não solicitadas.
LLM é o modelo, chatbot é a interface de conversa construída em cima dele e agente é outra coisa: um sistema com ciclo de decisão, ferramentas e autonomia delimitada.
Testar uma Skill antes de confiar nela passa por avaliação com casos reais, verificação de saída estruturada e cenários de regressão, não só por ler o arquivo e achar que faz sentido.
Granularidade no design de Skills troca precisão de acionamento por menos itens para manter, e não existe resposta única sobre qual lado desse trade-off vale mais.
Uma Skill bem projetada combina quatro componentes distintos: definição de papel, contexto relevante, autorização de ferramentas e fronteiras de segurança.
Construir uma Skill do zero passa por decisões pequenas, mas nada óbvias: definir escopo, escrever a descrição certa e decidir o que fica dentro do SKILL.md.
Uma Skill empacota instruções, contexto e recursos que um agente de IA carrega sob demanda, o que muda bastante como ela se compara a um prompt solto.
Prompt Chaining divide uma tarefa complexa em etapas sequenciais, onde a saída de um prompt vira entrada do próximo, em vez de apostar tudo numa única chamada.
Pedir “responda em JSON” no texto do prompt não garante validade sintática; suporte nativo a Structured Output existe justamente para fechar essa lacuna.
Janela de contexto grande não é sinônimo de resposta melhor: atenção de LLMs se distribui de forma desigual, e contexto em excesso cobra em latência e custo.
Context Engineering desloca a atenção de ajustar palavras no prompt para decidir o que realmente entra na janela de contexto de um modelo.